Menos é mais em concursos

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Se a carreira pública que você almeja realiza um concurso público em que se exige o conhecimento de muitas matérias, a exemplo de Concursos Fiscais, Diplomacia e Carreiras Jurídicas em Geral, bate aquele velho desespero feat. depressão: como é que vou dar conteúdo de tanto conteúdo?

Primeiramente, se não há edital publicado, mas você já sabe que cargo quer ocupar no serviço público, procure saber de fontes confiáveis sobre se esse edital está perto, longe ou mais ou menos distante. Isso o permitirá ter noção do tempo de que disporá para estudar.

Se o próximo edital só tiver expectativas de publicação em um ano ou mais, busque fazer um planejamento em que esgote os principais pontos do edital antes disso. Explicamos: pode ser que o edital saia antes e, se você tiver seguido aquela velha mania de “deixa tudo pra véspera”, pode levar um baita susto.

Porque tem muito tempo disponível, isso não quer dizer que deve estudar num ritmo des-pa-ci-to, quase parando! Se, por exemplo, quer fazer concurso pra defensor público do seu Estado e, nesse meio-termo, sai o edital do concurso do estado vizinho ao seu, por que não fazer a prova? #pensenisso

Se a perspectiva é edital na praça em até seis meses, então, utilize as técnicas do curso Método de Aprovação, principalmente nosso carro-chefe: o edital sintetizado!

Na verdade, em qualquer cenário, como já temos falado várias vezes nesse blog, a bússola, o norte, a referência, enfim, a direção é dada pela análise das provas passadas do mesmo cargo e banca, preferencialmente. É pela análise de incidência dos temas em questões que você montará seu edital sintetizado e, portanto, o plano de execução dos seus estudos.

Como somos brasileiros, porém, a maioria de nós só “acorda pra vida” quando sai o edital. Daí o ritmo de estudos vai na velocidade do créu, né? Hahahahahaha

Brincadeiras à parte, se não dá pra estudar tudo. Priorize os temas de maior incidência. Nesse sentido, assista esse pequeno vídeo do Prof. Gerson Aragão:

Assim, se você está com tempo curto, depois de priorizar o que é mais “caível”, você pode passar pros temas de menor incidência, mas que geralmente caem em uma ou duas questões. Nesses casos, inclusive, pode, através da análise das questões passadas, constatar, que só certos temas dentro daquele assunto são cobrados.

Vamos dar um exemplo pra ficar mais prático. Em Direito Ambiental, os editais põem várias leis a serem estudadas. Depois de ter estudado as duas ou três leis mais importantes, nas de menor importância, poderá constatar que geralmente só se cobram os primeiros artigos, que vêm com termos conceituais. Daí é só os ler, preferencialmente na semana de véspera, pra deixar esses conceitos mais frescos na memória.

That’s all, folks!

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