Leio o livro e não entendo – o que fazer?

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Todo candidato a concurso público se depara com a situação em que, ao ler o livro de uma ou algumas matérias, não consegue compreender direito o que está sendo ali exposto. Esse problema foi abordado pelos professores Gerson Aragão e Márcio Cavalcante no vídeo abaixo:

Trata-se, portanto, de uma dúvida comum a todos os concurseiros. Se, por exemplo, é formado em Direito e decide fazer concursos na área fiscal, terá de estudar conteúdos vistos por quem tem formação em Economia, Ciências Contábeis e Matemática. Se não é da área jurídica, deverá, no mínimo, estudar Direito Constitucional e Direito Administrativo. E mesmo que o concurso seja na sua área de conhecimento, pode ser que, durante a faculdade não tenha aprofundado muito os estudos sobre o conteúdo, como as matérias de Humanística em concursos de carreira jurídica (Filosofia, Sociologia e Psicologia Jurídicas etc), necessitando de um reforço pra melhor compreendê-las.

Quando o livro “não está dando conta do recado”, pode ser que você precise recorrer a outra fonte de estudo e, nesse caso, a mais recomendável é assistir aulas, presenciais, telepresenciais ou online. Isso porque o professor de concursos públicos consegue dar o conteúdo mais “mastigado” pra você, isto é, explica os conceitos, as classificações, as exceções e, dependendo do conteúdo do curso, ainda resolve questões com você, ensinando as técnicas pra enxergar as “pegadinhas”, usar macetes e mnemônicos.

À medida em que você conseguir entender melhor a matéria, no entanto, notará que assistir a aulas pode passar a ser desnecessário ou não mais suficiente. Por exemplo, se você já estudou os princípios da Administração Pública (aqueles do mnemônico “LIMPE”), provavelmente vai querer pular as aulas introdutórias sobre esses princípios, querendo passar logo para as questões ou aprofundar o estudo do tema por meio de jurisprudência.

Queremos dizer, com isso, que para estudar uma mesma matéria, ao longo dos dias, meses ou anos algumas formas de estudo poderão tornar-se dispensáveis. Para aquele candidato que já chegou ao nível de passar nas fases objetivas (ou está batendo na trave), só reler pela enésima vez aquele resumo que ele fez pode ser o suficiente para refrescar o assunto na memória e alcançar um bom resultado em prova.

Enfim, seja estratégico: pense no estudo pra concurso como uma peça bruta e você o escultor. Com o passar do tempo e a melhoria de sua técnica, daquela peça sem graça poderá surgir uma obra de arte, no caso, a sua aprovação!

Por hoje é só pessoal!

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