Estudo perdido em concursos – como evitar

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Sempre buscando trazer formas de estudo eficientes e eficazes, decidimos, hoje, tratar sobre como montar uma estratégia de estudos para que se evite perda de tempo de estudo.

Para que você consiga perceber se seu estudo é eficiente e eficaz para a aprovação no concurso, analise se ele possui as três características abaixo:

1) Prática

Tudo o que for estudado deve ser posto em prática de alguma forma. Um estudo meramente passivo, ex. só ler o livro ou só assistir uma aula, sem fazer mais nada, dificilmente permitirá que você mantenha em sua memória os conceitos ali vistos. Você pode até aprender o tema explanado no livro ou na aula, mas se não o puser em prática, dificilmente ele ficará consolidado em sua memória.

Uma forma de evitar esse esquecimento é justamente a criação a resumos, utilizando preferencialmente suas próprias palavras, isto é, evite copiar literalmente o texto. Parafraseie-o, pois isso estará ativando áreas do seu cérebro para um estudo mais ativo. O resumo pode ser feito por tópicos, por palavras-chave ou até mesmo pelo estilo pergunta/resposta.

A importância do resumo é justamente manter fresca na memória a matéria estudada, preferencialmente se o resumo for curto, de forma que só de “bater o olho” nele, você lembrará o conteúdo.

2) Aplicabilidade

Para saber se realmente aprendeu a matéria, é necessário pôr seus conhecimentos à prova resolvendo questões. São elas o termômetro que afere se o que você estudou foi suficiente ou não.

As questões têm a ver com a terceira característica de um estudo eficaz:

3) Relevância

Quando se diz que não se precisa levar um livro de capa a capa para passar em concursos, isso se refere à relevância dos conteúdos ali expostos.

Os temas dentro de uma matéria têm sua relevância medida a partir de dois critérios: cargo almejado e questões.

Quem estuda pra ser juiz federal, em regra, não precisa estudar Direito Eleitoral ou da Criança e do Adolescente. Quem estuda pra ser defensor público dificilmente será cobrado em profundidade sobre o tópico de Licitações, da matéria de Direito Administrativo. Quem faz concursos para servidor de tribunais raramente será cobrado quanto a assuntos tratados nos últimos informativos de jurisprudência dos tribunais superiores. Em todos esses casos, a atribuição do cargo não exige o conhecimento das matérias ou assuntos acima de forma aprofundada.

E como eu posso saber disso? Fazendo questões. Elas lhe indicarão como as matérias são abordadas, que tópicos delas caem mais e qual fonte de estudo é a principal para cada tópico. Ex. um dos membros da Equipe do Método, uma vez, estudou por um excelente resumo o tópico de Obrigações, de Direito Civil. Ao fazer questões, não foi bem porque negligenciou a leitura da “lei seca” do Código Civil, que é a fonte mais usada nas questões elaboradas sobre o tópico.

Daí porque, como já temos alertado em posts anteriores, uma boa pedida é, antes de iniciar o estudo de um certo tópico da matéria, correr para seu livro ou site de questões e ver a quantidade de questões sobre o tema, e, lendo rapidamente os comentários às assertivas, saber qual fonte de estudo é mais importante para resolvê-las: doutrina, lei seca, súmulas e/ou informativos.

Um resumo do tema de hoje pode ser visto no seguinte vídeo do Prof. Gerson Aragão (aproveite para seguir seu canal de Youtube, com dicas e depoimentos postados diariamente 😀 ):

Gostou da dica de hoje? Comente embaixo!

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