Estou pensando em mudar de Concurso, o que faço?

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Primeiramente, assista ao vídeo abaixo, gravado pelo prof. Gerson Aragão:

Quando começamos a fazer provas e vemos os primeiros resultados, geralmente negativos, às vezes bate aquela dúvida: será mesmo que eu deveria fazer concurso para essa área?

Podemos fazer o seguinte paralelo: muitas pessoas, durante a faculdade, sentiram, em algum momento, que aquele não era o curso que deveriam estar fazendo, por diversos fatores. Algumas acabam realmente mudando de área, outras permanecem e, tanto estas quanto aquelas podem obter realização na profissão escolhida.

Da mesma forma, é necessário que você aguce sua autocrítica. Pode ser que você esteja fazendo concursos para “seguir a onda” de vários outros conhecidos, mesmo não se identificando muito com a carreira pública. Nesse caso, pense bem antes de prosseguir. A iniciativa privada pode ter algumas desvantagens, mas, nela, muitas pessoas alcançam a realização de seus sonhos, têm mais liberdade e autonomia. Não faça concurso só pelo “oba oba” – trata-se de um processo de preparação árduo e, na maioria das vezes, longo. Se decidir continuar a estudar, dedique-se e prepare-se com afinco. Veja a figura do “concurseiro” como o de “um profissional em formação”, cuja preparação para o exercício de seu cargo se inicia antes da posse. Enfim, estudar também é trabalhar!

Se você já está certo de que quer ser servidor/empregado público, mas tem sofrido com as derrotas no caminho, saiba que todos os demais aprovados em concurso passaram pelas mesmas agruras, mas venceram a batalha. Então, erga sua cabeça mete o pé e vai na fé manda essa tristeza embora!

Quanto à mudança de cargo, analise bastante antes de fazê-la. Isso porque quanto mais especializado naquele tipo de cargo e carreira, melhor preparado você estará. Se você estuda para analista de órgãos estaduais, como Tribunal de Justiça, Ministério Público, Defensoria Pública e Tribunal de Contas, decidindo por migrar para órgãos federais, terá de estudar uma boa quantidade de matérias extras, diferentes das com que já está acostumado, o que pode lhe custar mais tempo e dinheiro.

Todavia, se decidiu seriamente migrar de área de concurso, terá de assumir a responsabilidade de se preparar com dedicação às novas matérias ou conteúdos das matérias já estudadas.

É importante ressaltar que não é bom “atirar pra todo lado”, isto é, fazer todo concurso que sair. Não é porque você estuda pra tribunais, que agora fará todo TJ, TRT, TRE, TRF que sair. REPETIMOS: foque numa só carreira! Vide esse post do blog: http://blog.metododeaprovacao.com.br/o-concurso-que-eu-quero-nao-sai-devo-atirar-pra-todo-lado/

Por fim, aos colegas que decidiram fazer “concursos escada”, isto é, fazer provas para cargos técnicos ou de analista antes de tentar aprovação nos concursos de topo da carreira (ex. auditor, juiz, promotor, defensor público, delegado ou advogado público), o recomendável é que faça concursos cujas matérias sejam similares ao cargo do topo. Por exemplo: se você quer ser juiz(a) federal, então estude para os concursos de TRF. Se quer ser auditor da Receita Federal, estude para concursos de técnicos e analistas do mesmo órgão. Dessa forma, já estará fazendo uma boa base para o “concurso fim”, a qual depois será aprofundada quando efetivamente iniciar sua preparação para a carreira fim.

Em suma, não fique pulando de galho em galho entre carreiras de concurso. Escolha aquela que almeja, estude com dedicação, aprenda com suas derrotas e continue os estudos até sua aprovação!

Continue com a Equipe do Curso Método de Aprovação para acompanhá-lo nessa batalha. Um grande abraço e até o próximo post!

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